quarta-feira, 12 de junho de 2013

Perdoar, sim. Esquecer... talvez.

Olá, bom dia a todos. Pra começar, gostaria de informar que o espaço de comentários está liberados a todos. Sabe como é, blogueiro iniciante às vezes esbarra em certas limitações técnicas, muitas vezes por falta de tempo de ir a fundo.
Aviso dado, vamos tratar um pouco do sentimento que toma os profissionais de imprensa, principalmente os que vão às ruas em busca das informações que são repassadas a leitores, ouvintes, telespectadores e, por que não, internautas. Essa oportunidade que temos de ouvir e ver cara a cara a história e a necessidade das pessoas nos dá o direito de imaginar que somos uma espécie de representantes oficiais, de sermos a voz desse grupo que, na maioria das vezes, não sabe a quem recorrer. Por conta disso, às vezes nos tornamos de difícil manuseio e que facilmente se sente agredido.
Falo isso para falar do pedido de desculpas da SPDM aos jornalistas. Como todo ente público (ou representante dele), a associação administradora do Hospital Regional de Araranguá precisa de um bom relacionamento com a imprensa e, consequentemente, com a população.
De certa forma, considerei uma atitude nobre da associação que o próprio superintendente da SPDM/PAIS fizesse esse segundo contato com a imprensa, que, mesmo em número menor do que o esperado, foi à reunião com armadura, espada a escudo, pronta pra contra atacar qualquer manifestação ostensiva.
Foi um encontro tranquilo, diria até que um pouco enfadonho, mas com algumas revelações importantes. Como, por exemplo, a disposição da Aciva em fazer marcação cerrada sobre quaisquer movimentos da associação.
Um ditado que ouvi há alguns anos do colega Ronaldo Martins, provavelmente criado pelos pertencentes ao meio da comunicação e que citei a um dos diretores da SPDM ontem, diz que 'não existe almoço grátis'. Desconfiados como gatos ariscos, nós jornalistas também podemos ser comparados à mulher traída: podem até perdoar, mas jamais esquecem!

Nenhum comentário:

Postar um comentário